+Frella
Voltar e escolher outro ramo Para o seu restaurante, lanchonete ou delivery

Três portas por onde o pedido entra. Uma cozinha só.

A mesa, o telefone e o link do cardápio. O que o cliente pediu é o que a cozinha lê, e o que o caixa cobra — sem ninguém redigitar nada entre uma coisa e outra. No fim da noite a gaveta fecha conferida, com o nome de quem contou e a hora.

Caixa, estoque, financeiro, equipe, nota fiscal e vagas de turno são os mesmos dos dois ramos, e estão na página inicial.

Comece por aqui

Uma noite inteira, do primeiro pedido ao caixa fechado

Três portas de entrada, uma cozinha só, e a gaveta conferida no fim — sem redigitar nada em lugar nenhum. E a nota fiscal sai no mesmo caminho, sem desvio.

Como um pedido percorre a +Frella, da mesa ao caixa O pedido entra por três portas, e cada uma é um módulo do sistema: a mesa, quando o garçom lança a comanda ou quando o próprio cliente pede pelo Cardápio da mesa — no tablet deixado na mesa ou no QR Code daquela mesa —, e aí o pedido desce direto para a cozinha, sem parar em confirmação nenhuma; o Delivery, quando o cliente liga; e a Sua página na web, quando o cliente, de casa, abre o link do cardápio e monta o pedido no celular dele. O que vem pelo telefone ou pelo link para e espera você confirmar antes de qualquer coisa. Confirmado, o pedido chega ao Painel de Cozinha, que mostra a fila por pedido ou por item, e onde o cozinheiro marca iniciar produção e depois pronto. Quando é entregue e pago, no Caixa, quatro coisas acontecem sozinhas: baixa no Estoque, linha na gaveta do Caixa, a Nota Fiscal emitida junto e o fechamento do turno com a gaveta conferida. E existe um módulo a mais para quando faltar gente: o de Vagas, onde você publica o turno de um garçom ou de um entregador e os freelancers da sua cidade se candidatam — você escolhe olhando nota e histórico. A nota fiscal é emitida pelo próprio +Frella, sem contratar um emissor separado; o que a empresa precisa ter é o certificado digital A1 dela. por onde o pedido entra Comanda · Cardápio da mesa 🍽️ O pedido nasce na mesa o garçom lança, ou o cliente pede no tablet ou no QR Code da mesa Delivery 📞 O cliente liga você anota o pedido e o endereço e acompanha o entregador até a porta Sua página na web 📱 Ele pede de casa, pelo link abre o cardápio no celular dele, monta o pedido e envia sem instalar nada, sem criar conta e o caminho dele até o pagamento Delivery ✋ Você confirma o do telefone e o do link esperam aqui — nada anda sem o seu toque Painel de Cozinha 👨‍🍳 A cozinha recebe na hora duas visões: por pedido e por item — o cozinheiro marca produção e pronto Caixa 💳 Entregue e pago mesa, balcão ou na porta do cliente e isto acontece sozinho, em quatro telas Estoque 📦 Baixa automática o que saiu, saiu da prateleira Caixa 💵 Linha na gaveta dinheiro, pix e cartão separados Nota Fiscal 🧾 Emitida junto no plano, sem módulo à parte Caixa · Turno 🔒 Fechamento conferido a gaveta bate, ou diz de quanto e um módulo a mais, para quando faltar gente Vagas 🙋 Falta garçom no sábado publique o turno e escolha entre quem se candidatar Vagas 🛵 Falta entregador na correria o mesmo turno, para a moto — olhando nota e histórico de cada um e a nota sai do próprio sistema Nota Fiscal 🧾 Sem emissor à parte com o certificado digital A1 da sua empresa

arraste o desenho para o lado para ver tudo →

  • vem de fora
  • a +Frella faz
  • você decide
  • vira dinheiro conferido

As cinco telas do salão

Você lança uma vez. O resto do sistema anda sozinho.

Um pedido lançado na mesa vira ficha na cozinha, baixa no estoque, linha no caixa e nota fiscal emitida. Sem redigitar nada, sem planilha no fim da noite, sem um segundo fornecedor para culpar quando o dia vira.

Tem loja de roupa ou de calçado? O seu conjunto de telas é outro — a página dele é esta.

Comanda digital de salão

O garçom lança pelo celular, de pé ao lado da mesa. A cozinha recebe na hora — ninguém mais atravessa o salão com um papel na mão.

  • Mesa, balcão e ficha por cliente
  • Item vai para a fila que você definiu no cardápio: cozinha, bar ou entrega direta
  • Divisão de conta entre os clientes da mesa
  • Cupom impresso e ficha de produção
  • Reabrir para corrigir sem perder o histórico do que foi lançado

Painel de cozinha

A tela que fica pendurada na praça. Duas visões, porque a cozinha trabalha de dois jeitos ao mesmo tempo.

  • Por pedido — para montar a bandeja da mesa inteira de uma vez
  • Por item — para a chapa, que faz seis hambúrgueres de seis mesas juntos
  • O cozinheiro marca iniciar produção e depois pronto
  • O salão vê o "pronto" sem precisar perguntar na janela

Sua página na web

O cardápio online do estabelecimento, num link próprio. Ele vai na mensagem do WhatsApp, na bio do Instagram e na resposta a quem ligou — e o cliente monta o pedido ali mesmo.

  • Sem instalar aplicativo e sem criar conta
  • Adicionais, observação e o total somando enquanto ele monta
  • Nada vai para a cozinha antes de você confirmar
  • Mudou o preço no cardápio, mudou lá na hora — o link é sempre o mesmo
  • O cliente acompanha o preparo pelo próprio telefone

Cardápio da mesa

Para quem já está sentado no salão. O cliente escolhe, informa nome e CPF, e o pedido desce direto para a cozinha — sem o garçom anotar nada.

  • QR Code na mesa — cada mesa com o próprio código, lido pelo celular do cliente
  • Tablet na mesa — um tablet da sua empresa, pareado com a mesa
  • Uma conta por mesa, com o CPF pronto para a nota fiscal
  • Botões de chamar garçom e fechar a conta

Delivery

Do "me confirma seu endereço" até o entregador voltar com o dinheiro. O pedido que chega pelo telefone e o que chega pelo cardápio caem na mesma fila.

  • Kanban de status: recebido, em produção, saiu para entrega, entregue
  • Entregador designado no pedido, com a rota acompanhada
  • Cadastro do cliente pelo telefone, com o endereço da última vez
  • Valor da entrega, horário de funcionamento e pedido mínimo, por endereço
  • O que vem do telefone e o que vem do cardápio online na mesma fila

As telas de verdade

É nesta tela que você vai passar o sábado

Sem mockup e sem tela de demonstração inventada: é o produto rodando, do cardápio que você monta ao cardápio que o seu cliente abre no celular.

Tela de comandas abertas do +Frella, com quatro comandas em atendimento — Mesa 12, Mesa 7 e Mesa 4 abertas e o Balcão com a conta fechada aguardando pagamento —, cada uma com cliente, garçom, situação e total, e o menu lateral de Painel, Caixa, Comandas, Delivery, Cozinha e Cardápio
O salão, ao vivo. Mesa, cliente, garçom, situação e total — e as que já pediram a conta ficam separadas das que ainda estão comendo. O menu ao lado é o estabelecimento inteiro: caixa, comandas, delivery, cozinha e cardápio.
Tela do cardápio no +Frella, com cada item mostrando foto, nome, categoria, preço, o setor de preparo, o tempo médio e as ações de editar, pausar e excluir
O cardápio do estabelecimento. Foto, nome, categoria, preço e para onde o item vai — cozinha, bar ou entrega direta. É essa marcação que separa as filas do painel de cozinha, e é a mesma foto que o cliente vê no celular.
Painel do cardápio online no +Frella: o cartão Sua página na web, marcado como no ar, com o link da página e os botões Copiar link, Ver como o cliente vê e Tirar a página do ar; abaixo, os dois jeitos de o cliente pedir — o cartão De casa, entrega e retirada, e o cartão Na mesa, tablet ou QR Code, com o aviso para usar sempre o QR Code de cada mesa e o botão para gerenciar mesas e tablets
O painel. O link da sua página na web, e os dois jeitos de o cliente pedir — de casa e na mesa.
Cardápio digital aberto no celular do cliente, com o nome e o endereço do estabelecimento, o telefone, o aviso de aberto agora com a taxa de entrega, o tempo estimado e o pedido mínimo, e os itens divididos em porções, lanches e bebidas — cada um com foto, descrição e preço
O que o cliente vê. Foto, descrição e preço de cada item, mais o horário, a entrega e o tempo de espera. Abre na hora, sem instalar aplicativo e sem criar conta. Mudou o preço no cardápio? Mudou aqui também.

Sua página na web

O cardápio não é um arquivo. É um endereço.

O que o seu estabelecimento passa a ter é o link do cardápio dele — e um link vai a qualquer lugar: na bio do Instagram, no status do WhatsApp, na mensagem que o atendente manda para o cliente que acabou de ligar. O cliente abre de casa, monta o pedido e escolhe entrega ou retirada.

Hoje esse cliente recebe uma foto ou um PDF do cardápio e responde por texto — 2 x-salada sem cebola e uma coca —, e alguém redigita aquilo no sistema. É na redigitação que nasce o pedido errado. Com o link, ele mesmo monta o pedido, e o pedido chega estruturado: item, quantidade e observação, direto na fila.

Não é mais uma tela para cuidar: o cardápio é o mesmo que você já cadastrou para o salão, sem segundo cadastro para manter. E nada anda sem você confirmar — o pedido chega, você aceita ou recusa, e só então ele vira comanda.

Um link, não um PDF

O cardápio ganha um lugar fixo na internet, e você manda o link por onde a conversa com o seu cliente já acontece.

  • Na mensagem do WhatsApp, com um toque para copiar
  • Na bio do Instagram e no status do WhatsApp, sem o cliente instalar nada
  • Na resposta a quem ligou perguntando o que tem hoje

Ninguém redigita nada

Pedido que chega por mensagem chega como texto, e vira trabalho para alguém. Este chega montado, do jeito que a cozinha precisa ler.

  • Item, quantidade e observação já vêm separados
  • Some a digitação do pedido que veio pelo WhatsApp
  • Cai na mesma fila do salão e do delivery, sem tela nova para olhar

Nada anda sem você confirmar

O pedido chega e para. Você aceita ou recusa, e só o aceito vira comanda e desce para a cozinha.

  • Cozinha cheia ou item que acabou: você recusa, e ele não entra na fila
  • Dá para tirar a página do ar e publicar de novo — o link continua o mesmo, e as mesas seguem funcionando
  • Aceito o pedido, o cliente acompanha o preparo pelo próprio telefone

É isto que separa um cardápio interativo de um PDF: o cliente escolhe adicionais, escreve a observação, vê o total somar enquanto monta e acompanha o preparo depois de enviar. Um arquivo não faz nenhuma das quatro coisas.

Cardápio da mesa

Quem está sentado pede sem esperar o garçom passar.

A sua página na web é para quem pede de casa, pelo link. O Cardápio da mesa é para quem já está no salão: o cliente escolhe, informa nome e CPF, e o pedido vai direto para a cozinha — sem o garçom anotar e sem ninguém redigitar nada.

Tudo cai numa conta só por mesa, e o CPF já fica ali para a nota fiscal. Ele funciona de dois jeitos, e você escolhe o que combina com o seu salão: um QR Code próprio de cada mesa, lido pelo celular do cliente, ou um tablet da sua empresa deixado na mesa. Na mesa, é sempre o QR Code daquela mesa — nunca o link da página.

QR Code na mesa

Cada mesa tem o próprio código, num adesivo. O cliente lê com o celular dele, informa nome e CPF e pede.

  • Vários celulares da mesma mesa caem na mesma conta
  • Cada item mostra quem pediu — dividir a conta fica fácil
  • Só aceita pedido com a mesa aberta pelo garçom

Tablet na mesa

Você pareia um tablet da própria empresa com a mesa, pelo painel, e deixa ele lá. O cliente pega, escolhe e pede.

  • Uma mesa por tablet, pareada no painel do sistema
  • O tablet pode abrir a mesa, sem esperar o garçom
  • O cliente informa nome e CPF, e o pedido desce direto para a cozinha

O garçom continua por perto

O cliente pede sozinho, mas não fica sozinho: dois botões chamam a equipe quando ele precisa.

  • Chamar garçom, direto da mesa
  • Fechar a conta pelo celular, sem precisar levantar a mão
  • Uma conta por mesa, com o CPF pronto para a nota fiscal
  • A empresa escolhe uma vez, no painel, se a taxa da mesa vai para a conta do cliente — e todo fechamento segue essa escolha
  • As mesas e a sua página na web têm cada uma o seu “no ar”: tirar uma do ar não desliga a outra
Tela Cardápio da mesa no +Frella, com os cartões QR Code na mesa e Tablet na mesa, o campo para adicionar mesas ou criar várias de uma vez, o botão Imprimir QR de todas as mesas e um cartão por mesa — a Mesa 1 aberta e com um tablet pareado, as outras livres —, cada um com os botões QR da mesa, Parear tablet, Trocar código e Desativar
As mesas. Cada mesa com o próprio QR Code — e o tablet pareado em um toque.
Cardápio da mesa no celular do cliente, na Mesa 1 do estabelecimento de demonstração: no alto, o nome do estabelecimento, o selo da mesa e os botões de chamar o garçom e de abrir a conta; subindo da base da tela, a Conta da mesa com cada item, o nome de quem pediu e a situação — na cozinha ou pronto —, o total e o botão Fechar a conta
No celular. O cliente abre a conta da mesa, vê quem pediu cada item e fecha a conta sem levantar a mão.
Cardápio da mesa num tablet deitado, na Mesa 1 do estabelecimento de demonstração: uma barra fixa no alto com o nome do estabelecimento, o selo Mesa 1 e os botões Chamar garçom e Minha conta; à esquerda, a coluna das seções do cardápio; à direita, a busca e os pratos em cartões, cada um com o botão de adicionar
No tablet. As seções à esquerda, a busca e a carta em cartões — com a mesa, o garçom e a conta sempre à mão no alto da tela.

E por que a mesa precisa estar aberta: foto do QR Code tirada em casa não manda comida para a cozinha. O pedido pelo celular só é aceito com a mesa aberta pelo garçom — quem pede está, de fato, sentado ali.

Mapa de entregas

As entregas prontas já saem numeradas, na ordem de quem vai levar.

Cada pedido pronto vira um ponto no mapa da sua cidade, a partir do endereço da sua empresa. Em cima de cada um vai um número, e a ordem sugerida está pronta antes de alguém pegar a chave da moto: até oito sacolas — o que uma moto leva numa saída — o sistema testa todas as ordens possíveis e mostra a mais curta; acima disso ele chega perto, sem fazer você esperar a tela.

E não é só quilometragem: quem pediu primeiro pesa. O pedido que já está esperando há muito tempo sobe na fila mesmo que o endereço dele seja um pouco mais longe — é o que evita a entrega esquecida no fim da noite. A régua desse "muito tempo" é o tempo de entrega que você mesmo prometeu ao cliente, lá na configuração do delivery.

Prefere outra ordem? Toque nos pedidos na ordem que você quiser e é a sua que vale. E quando uma parada sai para a rua, as outras sobem um número sozinhas — nunca sobra um 3 sem 2 na tela.

Vale para os dois ramos: o delivery do restaurante e a venda online da loja que entrega a peça na casa do cliente. É o mesmo mapa, a mesma numeração e a mesma tela do entregador.

A ordem já vem pronta

Você não monta rota nenhuma. Abre o mapa e as entregas prontas já estão numeradas, na ordem que fecha o caminho mais curto saindo do seu endereço.

  • Sai da sua loja e passa por todas as paradas no menor caminho
  • Só entra na numeração o pedido que a cozinha marcou pronto
  • Quem está esperando há mais tempo sobe na ordem
  • Toque nos pedidos na ordem que você preferir e a sua ordem passa a valer
  • Saiu uma parada, as de baixo sobem um número na hora
  • O mapa é aberto: nada a contratar à parte para usá-lo

Cada entrega com um nome

Quem leva fica escrito no pedido. Ninguém precisa perguntar no salão quem pegou o da rua de cima.

  • Vincule o entregador em um pedido, pelo próprio mapa
  • Ou mande as primeiras paradas da ordem para a mesma pessoa, de uma vez
  • Quatro situações no mapa: pronto, na rua, entregue e entregue aguardando o caixa
  • O que foi pago na porta fica marcado até o dinheiro passar pelo caixa

Você vê a moto no mapa

Enquanto a entrega acontece, quem está no balcão vê onde cada entregador está — e responde ao cliente que ligou perguntando, sem ligar para a moto.

  • Só quem mandou posição na última meia hora aparece no mapa
  • Filtre o mapa por entregador, ou veja só o que ainda não tem quem leve
  • A posição só é enviada se o entregador concordar — e ele pode parar quando quiser
  • Ponto sem precisão vem com o aviso "posição aproximada", e não fingindo exatidão
Tela Mapa de entregas do +Frella, sobre o mapa de ruas de Assis, em São Paulo: o endereço da loja no meio e as entregas prontas marcadas nas ruas ao redor, cada uma com o número da ordem sugerida — 1, 2, 3 e 4 —, e ao lado a lista dos pedidos, com o cliente, o endereço, o entregador vinculado e a situação de cada um: pronto, na rua, entregue aguardando o caixa e entregue
A noite no mapa. As entregas prontas já numeradas na ordem sugerida, a partir do endereço da loja — e a situação de cada uma, do pronto ao entregue.

O ponto no mapa é a porta, e não o meio da rua: a numeração das ruas vem da base pública de endereços do IBGE, a mesma do Censo. Você digita o endereço em campos — CEP, rua, número e bairro —, e o CEP já preenche o resto; quem procura a rua pelo nome recebe a lista das que existem ali, com o bairro de cada trecho. Digitado uma vez no cadastro do cliente, o endereço vira o ponto certo — o entregador não perde a viagem procurando o número.

E uma coisa dita com todas as letras, porque é a diferença entre organizar e prometer: a distância que aparece no mapa é em linha reta, e a tela escreve "aprox." ao lado de cada número. Ela é ótima para decidir a ordem das paradas — a rua de verdade quase nunca inverte duas entregas de lugar —, e não serve para prometer horário de chegada a ninguém. O caminho pelas ruas é o do aplicativo de mapa do próprio entregador: em cada entrega ele toca em Abrir no Google Maps ou Abrir no Waze e sai com o trajeto na tela, já sabendo em que ordem parar.

A tela de quem leva

O entregador sai com as entregas na tela do próprio celular — e sem papel nenhum no bolso do capacete.

Você vincula quem leva cada pedido, e ele abre uma tela só no navegador do celular dele: Minhas entregas, na ordem em que ele vai parar, e Disponíveis, o que ainda está esperando alguém levar. Nada para instalar, nada de loja de aplicativos — é o mesmo +Frella que a sua equipe já usa, na conta dele.

Em cada entrega ele vê o endereço com o ponto de referência, o telefone do cliente, quanto receber e quanto levar de troco. E tem dois botões, que são os dois desfechos que existem na rua: Entreguei e Não consegui entregar. O que ele toca chega ao balcão na hora, sem ligação e sem recado.

Vale para os dois ramos, como o mapa: a comida do restaurante e a peça que a loja manda na casa da cliente saem na mesma tela.

Só o que é dele, na ordem certa

A tela abre dizendo de onde ele está saindo e lista as entregas dele numeradas, na mesma ordem que você vê no mapa do balcão.

  • Abre no navegador do celular — não há aplicativo para instalar
  • Duas listas: Minhas entregas e Disponíveis, cada uma com a conta
  • Quem vincula a entrega é o balcão: ninguém toma a sacola de ninguém
  • Em cada parada, Abrir no Google Maps ou Abrir no Waze com um toque
  • A lista se atualiza sozinha — e, se a conexão cair, a tela diz de quando é o que está nela, em vez de fingir que é de agora

“Entreguei”, e o balcão já sabe

Chegou, entregou, tocou. O pedido muda de situação no painel e no mapa do salão sem ninguém precisar perguntar nada por telefone.

  • Confirmação em dois toques, para não baixar entrega por esbarrão no bolso
  • O botão só existe na entrega dele, e só depois de o pedido sair
  • O dinheiro continua entrando no caixa quando ele volta e alguém registra o recebimento — quem fecha o caixa é a sua equipe, e isso não mudou

“Não consegui entregar” — com o motivo

Cliente que não desceu, endereço que não existe, cliente que recusou. Acontece toda semana, e a saída não pode ser o pedido sumir da tela dele.

  • Três atalhos de motivo — cliente ausente, endereço não encontrado, cliente recusou — e um campo para escrever o que houve
  • O motivo é obrigatório: sem ele o aviso não vai
  • A tela dele diz, escrito, que o pedido não volta para a loja sozinho — ele fica marcado para o balcão resolver
  • No painel, a entrega não entregue tem volta: o balcão decide o que fazer com ela

O dinheiro é da loja, e a tela diz isso

O valor grande no cartão é a conta do cliente, e não o pagamento de quem está lendo. Está escrito na mesma linha, para ninguém confundir na porta.

  • Receber do cliente, com a forma que ele combinou
  • Levar o troco, calculado da nota que o cliente avisou que vai dar
  • Nota que não cobre a conta vem com aviso, antes de ele sair
  • Pedido já pago ou em cortesia aparece como não cobrar
  • “Este valor é da loja, não é o seu pagamento. Entregue no balcão quando voltar.”

A localização é escolha dele

Antes da primeira entrega, o aviso inteiro aparece na tela e ele escolhe. Se disser não, nada muda na tela dele — só a sua não mostra a moto no mapa.

  • A posição é enviada só com a tela aberta e na frente, naquele aparelho: bloqueou o celular ou trocou de aplicativo, para na hora
  • O trajeto é apagado em 2 dias, automaticamente
  • Parar de enviar e Apagar minha localização na própria tela, sem pedir a ninguém — e ele continua trabalhando igual
  • Quem vê é só quem opera o seu endereço: nem o cliente, nem os outros entregadores
  • Fica registrado qual texto ele leu e em que dia — se o aviso mudar, ele lê e escolhe de novo
A tela do entregador do +Frella aberta no navegador de um celular: no alto, o nome dele e o endereço de onde está saindo, e a faixa verde avisando que a loja está vendo a localização, com o botão Parar de enviar; abaixo, a lista Minhas entregas com as paradas numeradas, cada uma com o endereço, o valor a receber do cliente, o troco a levar e os botões Abrir no Google Maps, Abrir no Waze, Entreguei e Não consegui entregar; no fim, a lista Disponíveis, com o que ainda não tem entregador
Uma tela, dois botões. As entregas dele numeradas, o quanto receber em cada uma, e os dois desfechos que existem na rua.

Ela é a mesma tela em qualquer celular: abre no navegador que o aparelho já tem, funciona em Android e em iPhone e não pede espaço na memória de ninguém — entregador que começa hoje à noite está trabalhando em um minuto, e quem sai não deixa aplicativo instalado com dado da sua empresa dentro. O passo a passo das telas do delivery está na Central de Ajuda, aberta e sem cadastro.

Várias empresas, um endereço só

Quatro CNPJs, uma cozinha só, e o cliente querendo uma conta só.

Hambúrguer, açaí, pizza e comida japonesa saindo da mesma chapa e da mesma geladeira, cada marca com a empresa dela, todas no mesmo endereço. No papel são quatro negócios; no sábado à noite é um só. O cliente senta, pede de três marcas e quer uma conta; o cozinheiro é um; a gaveta é uma; a moto é uma.

Quem opera assim hoje tem quatro sistemas abertos ao mesmo tempo, quatro cardápios para o cliente escolher, quatro comandas para somar na mão no fim e quatro fechamentos que ninguém sabe dizer se batem. E o fisco não abre mão da única parte que realmente tem de ficar separada: cada CNPJ emite a própria nota.

Você marca, numa tela, quais endereços operam juntos — e diz qual deles responde pelo conjunto: é dele a gaveta, a taxa de entrega e a tarifa do pedido, porque a moto é uma e o pedido é um, mesmo quando os itens saíram de três marcas. Não é holding, não é "grupo", e não é a matriz por padrão: é a sua escolha, e quem ficar de fora continua operando por si.

Se você já ouviu chamarem isso de cozinha compartilhada, dark kitchen multimarca, cozinha fantasma, food hall ou praça de alimentação, é disto que estamos falando. No +Frella o arranjo tem nome — as unidades integradas do endereço —, e o que ele faz é simples de dizer: junta tudo o que o cliente vê e separa tudo o que a contabilidade precisa.

Um cardápio, todas as marcas

O cliente abre um link só e vê o hambúrguer, o açaí, a pizza e o temaki na mesma página. Ele monta um pedido e não percebe que veio de três empresas.

  • Um endereço na internet para o conjunto, e não um por marca
  • Cada item continua cadastrado na empresa dona dele, como sempre esteve
  • Você escolhe no painel quais unidades entram no cardápio do endereço
  • Marca que sai do conjunto volta a vender sozinha, sem recadastrar item nenhum

O pedido se reparte sozinho

Um pedido do cliente, três pedidos no sistema. A divisão por empresa acontece no instante em que ele envia, e ninguém do salão precisa saber que ela existe.

  • Cada item vai para o CNPJ dono dele, item por item
  • O faturamento de cada empresa fica dela, sem rateio feito à mão depois
  • Nada de somar quatro relatórios no domingo para saber quem vendeu quanto

A fila da cozinha é do endereço

O painel pendurado na praça mostra o que tem para fazer naquela cozinha. O cozinheiro não sabe de qual marca é o prato, e ele não precisa saber.

  • Uma fila só, com as duas visões de sempre: por pedido e por item
  • A chapa continua fritando seis hambúrgueres de seis mesas juntos, venham de onde vierem
  • Os setores que você já definiu no cardápio — cozinha, bar, entrega direta — seguem valendo
  • Ninguém troca de tela para ver o pedido da outra marca

Uma conta para o cliente

A mesa que comeu de três marcas pede a conta uma vez, recebe um total e paga uma vez. A divisão por empresa acontece atrás, depois que o dinheiro entrou.

  • Um fechamento por mesa, com todos os itens do endereço
  • Divisão da conta entre os clientes da mesa, como no salão de sempre
  • O cliente informa o CPF uma vez só
  • Quem pediu o quê continua escrito em cada item

Uma gaveta, uma contagem

No fim da noite alguém conta o dinheiro uma vez, porque a gaveta é uma — e o fechamento sai por empresa, porque cada uma responde pelo dinheiro dela. Você conta uma vez; o sistema reparte.

  • Uma gaveta e uma contagem para o endereço: abrir e fechar o caixa do conjunto
  • Um fechamento por CNPJ, saindo dessa contagem única
  • Dinheiro, pix e cartão separados, como em qualquer fechamento
  • A gaveta bate, ou o sistema diz de quanto foi a diferença
  • No Financeiro, cada empresa recebe as linhas que são dela

Uma entrega, uma taxa

O pedido que junta pizza e açaí sai numa moto só, para uma porta só. Cobrar duas entregas do mesmo cliente, pela mesma viagem, nunca fez sentido para ele.

  • Uma tarifa de entrega por pedido, e não uma por empresa
  • Um entregador vinculado, com um endereço e um valor a cobrar na tela dele
  • O pedido do endereço inteiro entra uma vez só na ordem do mapa de entregas

A despensa é de cada marca

A operação junta; a mercadoria não. Cada empresa tem o estoque dela, e a baixa da venda sai da despensa de quem vendeu — nunca da do vizinho de chapa.

  • Produto e saldo são da unidade, um por CNPJ
  • No painel do estoque você vê as marcas do endereço juntas, com uma etiqueta dizendo de qual unidade é cada linha
  • A mesma etiqueta aparece no cardápio, para ninguém editar o item da marca errada
  • Na trilha de movimentações, cada entrada e saída fica com a unidade escrita

Três coisas que é melhor você saber antes, e que a tela não deixa passar: integrar é de restaurante, lanchonete e delivery — endereço que opera como loja de roupa e calçado não entra no conjunto, e a tela diz isso na hora de marcar; os CNPJs do conjunto precisam estar no mesmo regime tributário, senão o mesmo prato sairia com classificação fiscal diferente em cada nota; e quais endereços operam juntos se muda com a operação parada — sem caixa aberto, sem comanda aberta e sem entrega na rua. Desfazer também é permitido, a qualquer momento: cada endereço volta a ter a própria gaveta, a própria conta e a própria entrega, e nada é apagado — pedidos, vendas e histórico continuam onde estão.

E a parte que a lei não deixa juntar continua separada, sem atalho: cada empresa emite a própria nota fiscal, com o CNPJ dela e o certificado digital A1 dela, sobre os itens que foram dela naquele pedido. O cliente pagou uma vez; a nota sai certa para cada CNPJ. Os endereços da sua empresa se cadastram em Unidades, e é lá mesmo, no botão Unidades integradas, que você marca quais deles operam juntos — a linha de cada endereço passa a mostrar o selo de integrada, e a do escolhido, de anfitriã. O passo a passo de cada tela está na Central de Ajuda.

Dúvidas

O que perguntam sobre o salão e a entrega

Se eu mudar um preço, a minha página na web muda sozinha?

Muda. O link aponta para o seu cardápio, não para uma cópia dele: item novo, preço alterado, foto trocada ou item retirado aparecem para o cliente na próxima vez que ele abrir. Você nunca precisa mandar um link novo por causa disso — nem quando tirar a página do ar por uns dias e publicar de novo.

O cliente consegue fazer o pedido sozinho, pelo celular dele?

Consegue, dos dois lados. De casa, pela sua página na web: ele abre o link que você mandou no WhatsApp ou pôs no Instagram, monta o pedido e envia, sem instalar aplicativo e sem criar conta. Esse pedido para e espera a sua confirmação — nada vai para a cozinha antes de você tocar. Sentado no salão, pelo Cardápio da mesa: no QR Code daquela mesa ou no tablet deixado nela, ele informa nome e CPF e o pedido desce direto para a cozinha, na conta da mesa.

E se alguém tirar foto do QR Code da mesa e pedir de casa?

Não passa. O pedido pelo celular só é aceito com a mesa aberta pelo garçom — foto do código tirada em casa não manda comida para a cozinha. Quem quer pedir de casa usa o link da sua página na web, e esse pedido espera a sua confirmação.

Se eu tirar a página na web do ar, as mesas param?

Não. A sua página na web e as mesas têm cada uma o seu “no ar”, e você liga e desliga cada uma separadamente: tirar a página do ar não desliga as mesas, e tirar as mesas do ar não derruba a página.

Vários clientes na mesma mesa podem pedir cada um do seu celular?

Podem. Todos os celulares da mesma mesa caem na mesma conta, e cada item mostra quem pediu — na hora de dividir a conta, ninguém precisa lembrar quem comeu o quê.

O sistema calcula a rota pelas ruas, como um aplicativo de mapa?

Não, e é melhor dizer agora. O que ele faz é decidir a ordem das paradas: com as entregas prontas no mapa, ele acha a sequência mais curta saindo do seu endereço, já levando em conta quem está esperando há mais tempo. A distância que aparece é em linha reta, e a tela escreve “aprox.” ao lado de cada número — para ordenar isso basta, e para prometer horário de chegada não serviria, então não prometemos. O caminho pelas ruas é o do aplicativo de mapa do próprio entregador: ele toca em Abrir no Google Maps ou Abrir no Waze e sai com o trajeto na tela, já sabendo em que ordem parar.

Meu entregador precisa baixar algum aplicativo?

Não precisa. A tela dele abre no navegador do celular — Android ou iPhone, o aparelho que ele já tem — e não há nada para instalar, nem loja de aplicativos, nem espaço ocupado na memória. Entregador que começa hoje à noite está trabalhando em um minuto, e quem sai não fica com aplicativo instalado com dado da sua empresa dentro. Ele vê as entregas dele, com endereço, quanto receber e quanto levar de troco, e tem dois botões: Entreguei e Não consegui entregar.

Fico sabendo onde o entregador está? E ele é obrigado a isso?

Enquanto a entrega acontece, você vê a moto no mapa — é o que responde ao cliente que ligou perguntando. Mas isso é escolha dele, e o sistema não finge o contrário: ele lê um aviso claro antes da primeira entrega e pode recusar, sem perder entrega nenhuma e sem nada mudar na tela dele. Aceitando, a posição só é enviada com a tela aberta e na frente — bloqueou o celular ou trocou de aplicativo, para na hora —, ele pode parar de enviar ou apagar o que já mandou com um toque, e o trajeto é apagado em 2 dias de todo jeito. Quem vê é só quem opera o seu endereço: nem o cliente, nem os outros entregadores.

Tenho quatro empresas no mesmo endereço. O cliente vai ter de pedir quatro vezes?

Não. O cardápio do endereço mostra os itens das empresas que você escolheu integrar, todos juntos, e o cliente monta um pedido só. Quando ele envia, o sistema reparte item por item entre os CNPJs, manda tudo para a mesma fila de cozinha e junta o total numa conta só. Ele paga uma vez, e a entrega tem uma tarifa só. O que continua separado é o que precisa: o faturamento de cada empresa, o estoque dela e a nota fiscal dela.

Se cada marca tem CNPJ próprio, como fica a nota fiscal?

Cada empresa emite a nota dela, com o CNPJ e o certificado digital A1 dela, sobre os itens que saíram dela naquele pedido. Não existe uma nota só do endereço, e não existe uma empresa faturando pela outra — isso a lei não permite, e o +Frella não tenta contornar. O cliente pagou uma vez; a repartição é do sistema.

E o caixa, o estoque e a nota fiscal?

Não são deste ramo, são da sua empresa: valem igual para quem vende comida e para quem vende roupa ou calçado. Estão descritos na página inicial, com o certificado digital A1 dito com todas as letras.

O próximo sábado pode terminar com a gaveta batendo.

São 10 dias com tudo ligado, sem cartão e sem renovação automática. Cadastrar o estabelecimento e lançar a primeira comanda leva menos de dois minutos — e o primeiro fechamento já sai conferido, com nome e hora.

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Como fechar o caixa, lançar a comanda da mesa, montar o cardápio, publicar o cardápio online e acompanhar o delivery: cada tela do restaurante explicada passo a passo, com o áudio narrado, em português claro. Aberto para todo mundo, sem cadastro.

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